Unimed Paulistana volta a comercializar seus planos

A Unimed Paulistana teve a comercialização de vários de seus planos interrompida pela ANS, em função do não cumprimento dos prazos mínimos de atendimento estabelecidos por este orgão.

Agora informa que retomou as vendas de alguns planos, como o Padrão Apartamento e Absoluto para pessoas físicas e Original, Integral e Supremo com coparticipação para pequenas e médias empresas (PME)

Maiores informações em http://jobcorretora.com.br.

Suspensão nas Vendas de Planos de Saúde

Esta mensagem é destinada a você, cliente e/ou amigo(a) que de alguma forma pode se sentir atingido(a) pela suspensão das vendas das operadoras GreenLine, Prevent Senior e Unimed Paulistana, entre outras, anunciada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta data.

Esta suspensão ocorre devido ao alto índice de queixas destas operadoras em relação aos prazos máximos para a marcação de procedimentos, entre eles consultas, exames e tratamentos hospitalares.

O mais importante é que não há motivo para preocupações. Os atendimentos continuarão a ser realizados normalmente e a tendência é de melhora, visto que estas empresas deverão readequar suas redes de atendimento e seus processos administrativos para que as queixas caiam drasticamente nos próximos 3 meses, ocasião em que a medida poderá ser revista.

Caso tenha qualquer dúvida, não deixe de me procurar para os devidos esclarecimentos.

Amil para dois


O Grupo Amil reduziu a quantidade mínima de participantes nos planos empresariais PME para 2 associados. Isto vale para os planos das linhas Dix, Blue e Medial.

Esta notícia reforça a ênfase que as operadoras estão dando para o segmento corporativo, em detrimento aos planos individuais e familiares, em franco declínio.

Os planos para microempresas de 2 a 29 associados (mínimo 1 titular) têm características semelhantes aos dos planos destinados a pessoas físicas, como redes de atendimentos e carências para determinados atendimentos, embora com prazos menores.

O grande atrativo é o preço inicial que costuma ser até 30% mais acessível que os dos planos individuais, mas o contratante deve levar em conta que os reajustes não são regulados pela ANS - Agência Nacional de Saúde - e com o passar dos anos os preços podem ficar mais altos que o desejável.

Só que até lá a economia é muito significativa e os atrativos para troca de planos entre operadoras facilitam uma eventual necessidade de migração para um plano mais atraente.

Intermédica suspende vendas de planos para pessoas físicas

A Intermédica suspendeu a venda de planos de saúde para pessoas físicas, declarando ter foco em planos empresariais.

É mais uma grande operadora que deixa este segmento, onde cada vez menos empresas oferecem seus produtos às famílias que não se sentem seguras em só contar com o sistema público de saúde.


Acredita-se que a maior causa de abandono deste segmento seja o controle por parte da ANS dos reajustes a serem aplicados aos contratos. De fato, no segmento empresarial - onde existem contratos a partir de 2 pessoas - os reajustes são definidos por livre negociação, o que as deixa em situação mais confortável.


Outro segmento que tem crescido é o de adesões através de associações a sindicatos ou entidades de classe. Estes planos têm algumas particularidades, mas também são planos empresariais, onde os reajustes não são controlados pela agência reguladora.


Nosso entendimento é que estes planos por adesão deveriam ter uma regulamentação específica que impedisse, entre outras coisas, que fossem vendidos planos novos a preços menores dos que os pagos pelos associados inclusos há mais de um ano.

Novas Regras para Demitidos e Aposentados


Entrou em vigor hoje, 01/06, a resolução normativa da ANS (Nº 279) que normatiza a concessão do benefício de manutenção do plano de saúde por demitidos e aposentados.

Em resumo, os funcionários que contribuem no pagamento dos planos oferecidos por empresas podem permanecer no mesmo pelo período de 6 meses a 2 anos, desde que assumam o pagamento integral das mensalidades. Para os aposentados, o período é de um ano por ano de contribuição, ou vitalício para quem contribuir por 10 anos ou mais.

Estas regras existem desde 1999, ano da vigência da Lei 9656/98, a lei dos planos de saúde, mas foram normatizadas agora para esclarecer pontos que causavam muitos atritos entre as partes.

Com estas mudanças o que ficou claro é quem pagará a conta.

Até ontem as empresas comunicavam - se quisessem - os ex-funcionários sobre estes direitos e as operadoras absorviam estas pessoas em planos similares aos individuais, ficando com os custos dos atendimentos.

Com esta regulamentação os demitidos e aposentados ficarão no próprio contrato da empresa, ou em contratos específicos para inativos abertos entre as empresas contratantes e as operadoras.

Os beneficiários deste direito são pessoas que tem uma faixa etária elevada, no caso dos aposentados, e que tendem a ter alta utilização em especial no caso dos aposentados por invalidez, ou demitidos que se mesmo nesta condição (de não empregados) se sujeitam a assumir o custo integral dos planos ou seguros atuais, é de se esperar que possam estar com problemas de saúde e até mesmo com cirurgias marcadas.

É evidente que o propósito da medida é proteger pessoas nestas condições, mas o custo deste atendimento recairá sobre as empresas que ao terem a sinistralidade dos seus contratos elevada, terão que suportar reajustes acima do que teriam exclusivamente com os ativos.

E se os beneficiarios ficarem em planos específicos para inativos, com sinistralidade apurada em separado, serão eles que terão que suportar o custo dos atendimentos, cuja utilização certamente ficará acima da média de planos destinados a pessoas físicas, que aliás estão em extinção.

Integração da Saúde Ocupacional com a Assistência Médica da Empresa

As empresas que promovem uma cultura de saúde e bem-estar no trabalho são mais produtivas, tem menor absenteísmo e menores custos em seus planos de saúde graças à diminuição da sinistralidade.

Locais de trabalho saudáveis proporcionam um ambiente positivo, onde os trabalhadores sentem-se mais motivados e garantem vantagens óbvias aos seus negócios, além de diminuir as possibilidades de enfrentar processos trabalhistas relacionados à insalubridade e insegurança laboral.

A retenção de sua mão-de-obra mantém as habilidades e conhecimentos adquiridos por seus colaboradores, evitando despesas de demissão e admissão, treinamento e tempo de adaptação dos novos contratados.

As corretoras mais comprometidas com o mercado empresarial oferecem soluções de saúde ocupacional integradas ao plano de saúde da sua empresa.

Se você é um empresário, conheça a proposta da jobsaude.com.br, e se você é um profissional de RH, destaque-se com esta solução que só trará benefícios para sua organização.

Recém-casados e Planos de Saúde

Que os planos de saúde são indispensáveis em função da má qualidade dos serviços públicos é indiscutível. O que muitos não sabem é o que se deve fazer para ter mais vantagens e evitar prejuízos na hora de juntar os contratos individuais, casando também o seu contrato e o do seu parceiro ou parceira.

Se vocês participam de contratos empresariais, é óbvio que os dois preferirão ficar naquele que tem um melhor padrão, ou um custo menor caso sejam equivalentes. Neste caso verifique principalmente as condições de adesão. Após o casamento geralmente você terá até 30 dias para entrar no plano do seu cônjuge sem a imposição de carências, mas procure o quanto antes o RH da empresa para evitar perda do prazo.

Verifique também se, apesar de ser um plano empresarial, não há carência de qualquer forma, pois isto pode acontecer em contratos com menos de 30 associados, por exemplo.  E o que é pior: a carência para partos pode ser de até 300 dias, o que às vezes pode ser um desastre. E não adianta dizer que não está pensando nisto agora, pois estas coisas acontecem.

No seu plano ou no meu

Se o casal tem planos individuais, por serem profissionais liberais ou mesmo microempresários, deve avaliar se é interessante transformar um deles em “familiar”, ou mesmo partir para um terceiro plano que já comece como familiar e garanta condições mais adequadas de qualidade e preço.

E a maioria das operadoras de planos aproveita as carências de outros planos (menos para parto, sou obrigado a alertar novamente).

E se houver a possibilidade de contratar um plano empresarial – que estão disponíveis a partir de 2 associados, com 1 titular - pode ser uma ótima opção.

O leão e o sonho

Entretanto cuidado com os planos familiares se vocês fazem declaração de imposto de renda em separado. Um plano familiar só pode ser declarado pelo titular, e só a parte dele pode ser deduzida, caso não tenha dependentes no IRPF.

Só pode ser deduzido o total pago no plano se o cônjuge que estiver no plano de saúde como dependente for também dependente na declaração, e isto é cada vez mais observado pela Receita.

Em resumo, normalmente vale à pena manter o casal num plano só, se particular, e mesmo que você tenha um só seu, entre como dependente do seu cônjuge caso ele(a) esteja num plano empresarial e sua participação não tenha custo ou este seja muito insignificante. Afinal, por mais que tenhamos confiança no nosso futuro profissional, ficar dependendo só do plano de sua empresa pode deixar qualquer um em situação complicada em caso de um desemprego eventual.


Artigo originalmente escrito para o site www.casamentoetudomais.com.br

Seguro Saúde e a Caixa

A Caixa Econômica Federal anunciou que deverá atuar no segmento de seguro saúde ainda este ano.

Segundo O Globo em 19/04/2010, a opção será a de seguir as demais seguradoras, atuando somente no segmento de planos empresariais.

Interessante a postura deste banco estatal, deixando de fora as pessoas físicas que são aquelas protegidas pela legislação federal em vigor e com regulação pela ANS – Agência Nacional de Saúde.

Os planos empresariais podem sofrer reajustes baseados na utilização dos planos pelas empresas contratantes ou até pela carteira como um todo. A Unimed Seguros, por exemplo, informou que deve reajustar seus planos empresariais em 9% (Seguro em Pauta), muito acima da inflação oficial.

Operadoras competentes como a Amil, Omint e Intermédica entre outras, algumas com histórico de incorporação recente de outras operadoras, comercializam planos particulares e obtém resultados positivos com isto, ou não operariam mais neste segmento.

Mas é fato que o mercado de planos individuais perde opções a cada ano, e com o reforço de seguradoras ligadas a bancos estatais as opções para as famílias são cada vez menores.

E a ANS que é fraca na sua atuação, permite e reforça que seguradoras não interessadas na atuação junto a pessoas físicas, criem e mantenham planos associativos que não contam com a sua inteira proteção.

A Caixa Econômica Federal não é uma instituição interessada em manter um bom serviço para a população em geral, e quem precisou um dia retirar seu saldo no FGTS sabe do que estou falando. Vamos ver o que pretende agora.

Vale mesmo a pena mudar um plano familiar para empresarial?

Muitos microempresários estão alterando seus planos de saúde familiares por planos empresariais (PME) visando economia, já que esta troca pode implicar numa redução de até 30% nos valores pagos mensalmente.

Ocorre que os planos empresariais tem mecanismos de reajustes diferenciados, não sendo regulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS).

Embora haja uma vantagem inicial inquestionável, os planos empresariais estão sujeitos a reajustes por sinistralidade, ou seja, pela utilização, e uma simples cirurgia em um indivíduo num plano com 4 pessoas pode inviabilizar o contrato e obrigar sua familia a procurar um plano familiar novamente, só que aí com pré-existências que podem prejudicar esta nova contratação.

Mas então não há vantagens na troca?

Pode haver sim. Pode ser a oportunidade de oferecer um plano a seus funcionários e, aumentando a população atendida, reduzir o risco. E mesmo que o funcionário assuma 100% do valor da mensalidade, ainda assim será vantajoso à ele em relação aos planos individuais.

Por isso a contratação de um plano de saúde deve ser bem avaliada, com o apoio de um consultor especializado, que pode ajudar a encontrar a melhor solução para a sua familia ou empresa.